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Livro: It – A Coisa, Stephen King

Em 25.07.2017   Arquivado em Meta

Yeah! Faz tempo que estou devendo esse post por aqui!

Um dos mais recentes livros que li, foi por acaso. Descobri ele enquanto eu fazia compras: a capa me chamou a atenção e os comentários. E era tanto comentário positivo que resolvi me aventurar.

It, a Coisa foi meu livro de estreia no universo de Stephen King e de longe o maior que já li. Com 1.102 páginas, assim que vi o tamanho dele confesso que me senti inspirada e até mesmo desafiada. Afinal, será que eu daria conta de ler tudo?!
Mas esse foi um livro que simplesmente devorei. Por falta de tempo, pegava para ler sempre antes de dormir, e as vezes passava horas e horas grudada nele.

“Durante as férias escolares de 1958, em Derry, pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança e… do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em ‘It – A Coisa’, clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.”

Posso dizer que It virou um dos meus livros preferidos.
Para os iniciantes na leitura não sei se eu recomendaria, por ser grande é preciso um pouco mais de concentração e determinação em terminá-lo. Mas a leitura é simples e gostosa, embora King seja rico nos detalhes (e põe rico nisso) o que faz a história ser mais extensa. Eu diria que esse é um dos ponto positivos, pois a gente se sente realmente por dentro, como se estivéssemos lá mesmo.

Eu me senti tão próxima de todos, que era como se eu fizesse parte do Clube dos Otários e fosse amiga deles, como se eu estivesse presente em todos os eventos de Derry e tivesse realmente visitado todos os lugares que o autor descreveu. Eu ainda não li outras obras do King, mas espero que essa seja uma marca registrada dele.

Quanto a história: maravilhosa. Teve apenas uma pequena parte em que eu achei desnecessária e que (na minha opinião) achei um pouco pesada e que não deu a importância real no motivo daquilo. Mas não vou entrar em mais detalhes para não dar spoiler. haha

Outro ponto que gostaria de ressaltar é que ele é de terror, mas é aquele medo que você sente através dos personagens, ou seja, fechou o livro e passou o medo. Outros fatores de peso são, principalmente, a amizade e a lealdade. É muito bonita a relação entre eles mesmo após anos sem se falarem.

Para quem ainda não leu, recomendo muito! O filme irá estrear nos cinemas no dia 07 de setembro. Veja o trailer abaixo:

E vocês, já leram esse ou outras obras do King? Comentem!

Um beijo!

Filme: Inferno

Em 26.10.2016   Arquivado em Meta

Eu sou do tipo que adora ler e ver as adaptações no cinema. Adoro realmente concretizar a imagem que eu tinha dos personagens quando os imaginava enquanto lia.

Hoje vou falar sobre Inferno, filme adaptado do livro de Dan Brown.

Sinopse: “Robert Langdon (Tom Hanks) desperta em um hospital em Florença, Itália. Com um ferimento na cabeça e bastante grogue, ele é tratado por Sienna Brooks (Felicity Jones), uma médica que o conheceu quando ainda era criança. Langdon não se lembra de absolutamente nada que lhe aconteceu nas últimas 48 horas, nem mesmo o porquê de estar em Florença. Subitamente, ele é atacado por uma mulher misteriosa e, com a ajuda de Sienna, escapa do local. Ela o leva até sua casa, onde trata de seu ferimento. Lá Langdon percebe que em seu paletó está um frasco lacrado, que apenas pode ser aberto com sua impressão digital. Nele, há um estranho artefato que dá início a uma busca incessante através do universo de Dante Alighieri, autor de “A Divina Comédia”, de forma a que possa entender não apenas o que lhe aconteceu, mas também o porquê de ser perseguido.”

Filmes adaptados são assim: nem sempre agrada, nem sempre conta tudo e deixa passar batido detalhes importantes. Não tem jeito, dificilmente um filme será 100% igual ao livro. Mas Inferno bateu o recorde!

Desde o primeiro trailer, já me chamou atenção ao fato da personagem principal ter as características completamente diferentes.
No livro, Sienna é sempre lembrada como tendo ‘cabelos louros presos em um rabo de cavalo’, já no filme, é morena com os cabelos soltos e franja. E também várias outras alterações de outros personagens, mas nada assim tão relevante para a estória.

O mais relevante de tudo foi: reações e relacionamentos que nunca existiram, e um final completamente modificado. Uma decepção para quem esperava sentar na poltrona para ver sua parte preferida nas telonas.

Tirando essa diferença GRITANTE, o filme agrada e satisfaz os que não leram. Com doses de suspense, mistérios, ação e arte (por que não?!) na medida certa.

Veja o trailer abaixo:

E vocês, já assistiram? O que acharam?

Um beijo!

Livro: A Garota No Trem, Paula Hawkins

Em 26.07.2016   Arquivado em Meta

Pensem em um livro que eu não li, mas devorei. Tive conhecimento de sua existência ao acaso na internet, e como sou apaixonada por livro de suspenses, mistérios e terror, gostei do tema, comprei e li em apenas alguns dias.

Sinopse: Todas as manhãs, Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas.

Em primeira pessoa, a narrativa do livro se alterna de acordo com o ponto de vista das três principais personagens femininas do enredo: Rachel – sendo essa a protagonista -, Megan e Anna.
Isso foi o que mais gostei nele, a forma como Paula Hawkins demonstrou o ponto de vista de cada uma, vindo a tona a intensidade de suas emoções, capaz de nos tocar profundamente.
A todo momento me senti envolvida na trama. A Garota no Trem é um livro cheio de mistério, segredos, o que te faz querer ler sem parar para saber o que aconteceu e o que mais poderá nos surpreender.

Um fato interessante, e de total opinião minha, é que não teve nenhum personagem em que eu pudesse me identificar: Rachel (essa sim, eu sempre torci para que pudesse ter um final feliz) que está com a sua vida pausada, onde nada de novo acontece e as únicas coisas que ela tem em mente são lembranças de um passado feliz que foi destruído por causa de uma traição pelo seu então, ex-marido. Solitária, depressiva e alcoólatra, que entre uma taça e outra fazia besteiras na qual não se recordava na manhã seguinte. Pude compreender perfeitamente o que a personagem sentia, toda sua angústia, e que ser alcoólatra é assim mesmo, difícil de controlar. Mas tive inúmeras vontades de entrar no livro para dar uns puxões nela, para que tomasse um rumo na vida!

Anna, atual esposa de Tom (a tal amante), ex-marido de Rachel, que vive em seu mundinho perfeitamente egoísta, e Megan, que achei uma pessoa completamente fútil, em busca de casos extra conjugais. A princípio não entendi muito bem o que a autora quis reunindo os olhares de mulheres tão diferentes, mas logo que as peças começam a se encaixar, tudo parece muito bem colocado.

Ele parece um quebra-cabeças cujas peças foram arrastadas pelo vento e que pouco a pouco vão conseguindo se reunir. Um livro instigante que me vi refletindo várias vezes ao dia no que tinha acabado de ler (adoro livros que me dão essa sensação).

Indico totalmente para quem gosta do gênero, com certeza um dos melhores livros que já li.
O filme está previsto para sair em Novembro. Já viram o trailer?

Já estou super ansiosa!! 😀

E vocês, já leram o livro? O que acharam?

Um beijo!

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