Filme: Quando As Luzes Se Apagam (Lights Out)

Em 25.08.2016   Arquivado em Filme

Quando vocês me disseram na pesquisa ‘O Leitor Manda’ que gostariam de ver sobre filmes por aqui, quem disse que eu não atenderia?! 😀
Não sou crítica de cinema nem muito menos parecida, mas resolvi trazer um pouquinho do que eu ando acompanhando aqui, para vocês com alguma frequência.

O último filme que assisti foi Quando as Luzes Se Apagam, ou Lights Out, nos gringos.

“Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.”

Quem não tinha medo do escuro quando criança?! Eu confesso que tenho até hoje. A ideia de ter alguém ou alguma coisa à espreita, te observando é assustadora.
Quando as Luzes Se Apagam mostra bem essa ideia, e o que era um simples medo de infância pode durar a vida inteira.

O filme é bom, mas para quem esperava algo do nível Invocação do Mal I e II, eu confesso que esperava um pouquinho mais. Porém, para quem esperava um pouco de terror, James Wan, também não deixou a desejar.

O filme já começa com tudo, prometendo sustos nos primeiros minutos ao fim. Acho que pecou um pouco nesse ponto, é como a sobremesa antes do jantar, já revelando o momento tão esperado antes mesmo da gente conhecer a história inteira.
Talvez seja esse o motivo principal que não me fez assustar nas partes tão importantes.

A história é bem típica dos filmes atuais, talvez até clichê. A ideia principal é ótima, afinal como eu já citei acima – o tal medo de infância – e a narrativa de um drama familiar é interessante. Tudo isso se… não deixasse a desejar num pequeno ponto: a concepção da entidade paranormal ser tão equivocada.

Diana, a grande e assustadora ‘estrela do filme’, possui certas habilidades difíceis de convencer a qualquer um, ou pelo menos eu. Por ser uma entidade (ou fantasma, ou chame como quiser rs) possui habilidades que a torna praticamente invencível: teletransporte, que a torna onipresente, super-força e intangibilidade, dois últimos que me fizeram pensar como é que ela consegue ser barrada por uma porta, mas não pode ser atingida por uma bala?

Apesar dos sustos, também dei boas risadas com o filme. Se eram pra ser intencionais ou não, não sei, mas valeu a pena!

Segue o trailer abaixo:

E vocês, já assistiram o filme? O que acharam?

Um beijo!

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Em 23.08.2016   Arquivado em Dicas

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Kisses!

Diário de Viagem: Cruzeiro Pullmantur MS Souvereign – Parte 02

Em 17.08.2016   Arquivado em Diário de Viagem

Na primeira parte da viagem do cruzeiro, expliquei como pensei na viagem e falei um pouco sobre os decks do navio.

A cabine que escolhemos foi a interna, localizada no Deck 04. Escolhemos ela no escuro com a intenção de só aproveitá-la para dormir, mas nos arrependemos um pouco por não escolher uma maior, somente pelo conforto do espaço.

Ela é bem aconchegante, arrumadinha, e creio que para um casal que planeja apenas dormir, seja o ideal. Já eu que sou mega espaçosa e me sinto sufocada em lugares pequenos me incomodei um pouco. Sem contar a falta de uma janelinha.

A cama é muito macia, o jogo de cama fresquinho e o travesseiro bem gordo, perfeito pra dormir. Tem lâmpada na cabeceira, o que facilita muito a vida da gente.

No lado esquerdo e próximo a cama, havia uma penteadeira bem bonitinha. Não me sentei nenhuma vez nela, pois quase não fiquei na cabine e nem espalhei minhas coisas pelas gavetas (a medrosa em ir embora e perder/esquecer as coisas), mas em uma delas havia um secador de cabelo.

Já o banheiro é menor ainda. Não sei se é padrão nas outras cabines do navio, mas o espaço é minúsculo, sem nenhuma ventilação (a não ser a fornecida pelo navio) e o box é simplesmente uma cortina de tecido que sempre grudava nas pernas. hahah
Imagine uma vaca lambendo suas pernas no meio do banho! É exatamente essa a sensação: uma cortina geladinha. 😀 Mas fora isso nada que desanime a viagem.

Olhando em direção ao banheiro, e virando do lado direito temos um espaço para pendurar casacos e claro, o salva-vidas chamado: cofre.

Era nele em quem eu confiava para guardar meu dinheiro, câmeras e documentos enquanto eu estava fora do navio. Ficava super tranquila.

Também tinha TV, onde pegava alguns canais do próprio navio, como a programação, imagem da navegação (o que eu achava um pouco assustador hahah), e alguns canais abertos.

Hoje, uma das coisas que mais sinto saudades da cabine é poder ir dormir e ouvir o camareiro (sim, o meu camareirO era é um homem e se chamava Rodolfo!) bater de leve na porta, para entregar o folheto com toda a programação do dia seguinte. Era uma ansiedade toda vez que recebíamos, pois queríamos saber o que faríamos de bom ao amanhecer.

Acordávamos bem cedinho para aproveitar o FARTO café da manhã no restaurante Buffet Panorama (um dos pratos na foto abaixo) que era em forma de self service: tinha dadones, vários tipos de pães, panquecas, ovos, BACON!!, frutas, frios e várias outras coisas… tudo isso sem se preocupar em voltar e arrumar a cama: havia um cartão em que colocava na trava da porta para o camareiro entrar pra arrumar a cama e trocar as toalhas molhadas por novas e sequinhas! Então ao voltar sempre estava tudo arrumadinho. <3

Nós fechamos o pacote All Inclusive, onde toda a comida e bebida era inclusa (somente o restaurante Wu Fusion e algumas bebidas bem mais caras não estavam nesse pacote, para isso era necessário pagar em dólar ou ter fechado o pacote Premium, que inclui toda a gama de vinhos 12 anos, whisky e etc).

No próximo post irei contar sobre os dias em que fiquei no navio, minha percepção, atendimento e muito mais. 🙂

E vocês já viajaram ou pretendem viajar com esse navio? Querem que eu grave um vídeo contanto tudinho o que fiz nessa viagem (inclusive com os vídeos dentro do Sovereign)? Comentem!!

Um beijo!

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